Percebe-se que o conceito de amor e seus construtos, para as pessoas, são eminentemente subjetivos. Sentimos seus efeitos na vida cotidiana, bem como, as vicissitudes quando o experenciamos. E,embora expresso de maneiras diferenciadas, o amor é sumamente importante para o desenvolvimento da personalidade (HERNANDEZ,OLIVEIRA, 2003).
Ao que se sabe, o desenvolvimento emocional se dá imediatamente após o nascimento e percorre um longo caminho através das etapas determinadas pela idade e cultura, que caracterizam a evolução do ser humano (BOWLBY, 1989). Para as pessoas, geralmente,a consistência do amor deriva de e se fundamenta na consistência pessoal, pois o amor é encarado como necessidade e, ao mesmo tempo,como uma construção. Desta forma, pesquisar sobre o amor,especialmente aquele expresso em sua forma romântica, coloca-nos frente a um fenômeno que conhecemos desde a mais tenra idade e que ocasionalmente entabulamos contato, por meio das fortes emoções que o acompanham, mas que não refletimos suficientemente a respeito das concepções e implicações que ele pode assumir.
Atualmente, as definições existentes expressam as dificuldades dos autores ao estudarem o tema amor, uma vez que há uma falta de operacionalização do conceito, assim como um conceito que o diferencie de outras manifestações humanas. Almeida e Mayor (2006,p. 99) tentam definir operacionalmente o que seja o amor romântico como:
"Um conceito utilizado para denominar um conjunto de sentimentos diversos, distintas topografias comportamentais e múltiplos perfis de respostas cognitivas que embora variados, estão relacionados entre si e são inerentes ao ser humano, tendendo a perdurar-se e possuem inúmeras formas válidas de sua manifestação. Assim, em termos comportamentais o amor é visto como uma contingência muito especial não somente por ser multi determinado, mas também devido ao fato de sua pluralidade de conseqüências".
Dificilmente, a paixão resiste a mais de dois anos. Pode-se dizer,então, que geralmente estar com o (a) mesmo (a) parceiro (a) por mais de dois anos seja um forte indício do é amor presente cimentando a relação. Tanto a dopamina quanto a feniletilamina estão relacionadas com as endorfinas. E endorfinas viciam. E como todo vício, produz síndrome de abstinência quando somos privados. Todo o sofrimento pelo qual passamos quando levamos um fora do objeto de nossa paixão nada mais é do que síndrome de abstinência.
Entretanto, apesar de todas as pesquisas e descobertas, ainda paira uma sensação de que a evolução, por algum motivo, deu-se no sentido de que surgisse o amor não associado à procriação, quem advoga esta teoria, fundamentada em muitas de suas pesquisas é a antropóloga Helen Fisher. Calcula-se que isso deva ter acontecido há aproximadamente 10.000 anos e que tenhamos herdado este legado amoroso. Dessa forma, os homens passaram realmente a amar as mulheres, não como meras reprodutoras, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de provedores para o sustente de si mesmas e de suas proles.
"Um conceito utilizado para denominar um conjunto de sentimentos diversos, distintas topografias comportamentais e múltiplos perfis de respostas cognitivas que embora variados, estão relacionados entre si e são inerentes ao ser humano, tendendo a perdurar-se e possuem inúmeras formas válidas de sua manifestação. Assim, em termos comportamentais o amor é visto como uma contingência muito especial não somente por ser multi determinado, mas também devido ao fato de sua pluralidade de conseqüências".
Dificilmente, a paixão resiste a mais de dois anos. Pode-se dizer,então, que geralmente estar com o (a) mesmo (a) parceiro (a) por mais de dois anos seja um forte indício do é amor presente cimentando a relação. Tanto a dopamina quanto a feniletilamina estão relacionadas com as endorfinas. E endorfinas viciam. E como todo vício, produz síndrome de abstinência quando somos privados. Todo o sofrimento pelo qual passamos quando levamos um fora do objeto de nossa paixão nada mais é do que síndrome de abstinência.
Entretanto, apesar de todas as pesquisas e descobertas, ainda paira uma sensação de que a evolução, por algum motivo, deu-se no sentido de que surgisse o amor não associado à procriação, quem advoga esta teoria, fundamentada em muitas de suas pesquisas é a antropóloga Helen Fisher. Calcula-se que isso deva ter acontecido há aproximadamente 10.000 anos e que tenhamos herdado este legado amoroso. Dessa forma, os homens passaram realmente a amar as mulheres, não como meras reprodutoras, e algumas destas passaram a olhar os homens como algo mais além de provedores para o sustente de si mesmas e de suas proles.
Ver mais sobre amor em: O que é o amor, qual a real definição do amor e sua importância na vida das pessoas.
0 Comentario
Seu comentário é muito importante para mim, obrigado !